Guy de Cointet

Guy De Cointet lived and worked in Los Angeles, California (d.1983). He has had solo exhibitions at Museum Leuven, Belgium (2015); Centre Pompidou, Paris (2013); Museum of Modern Art, New York (2012); The Getty Center (2011); and Museum Leuven, Leuven, Belgium (2011). 

 

His work is part of the collections of MoMA, New York and The Museum of Contemporary Art, Los Angeles (MOCA).

O trabalho de Guy de Cointet esteve invisível por décadas, somente depois de 30 anos após sua morte suas performances, publicações e desenhos começam a aparecer em diversas exposições pelo mundo.

Guy de Cointet nasceu em Paris em 1934 e  viveu em Los Angeles cidade onde iniciou um trabalho intrigante que propõe questões relevantes até nossos dias atuais. Seu trabalho voltou a reaparecer no universo das artes quando a crítica de arte Marie de Brugerolle realizou a exposição Whoʼs that Guy ? MAMCO, em Gênova em 2004.

Guy de Cointet ainda em Paris, nos anos 50, trabalhou como grafic designer na Vogue e outras revistas de moda Jardin dês mode. Em 1965 para emigrou para Nova York  trabalhou como assistente de Larry Bell. E teve contato com artistas e famosos que freqüentavam a fábrica de Warhol. Então ele fez uma viagem para Los Angeles com a Bell, e para lá se mudou.

Em Los Angeles publicou a edição de 200 exemplares de  ACRCIT, um jornal feito em silk screem e distribuido em bancas de jornais e bem como nas máquinas onde os americanos podem comprar seu o jornal.

A edição ACRCIT foi publicada em 1971 com diferente códigos de linguagem em Braille, código Morse, matemática, e outras formas de criptografia.

Cointet disse, que ele não escreve textos novos, eles já estão toda ai. A informação esta escondida a céu aberto.

Quando ele distribuiu anonimamente  nas livrarias e bancas de jornais ACRTIT , este  se mistura com a literatura existente. Com isto Guy de Cointet propõe um questionamento sobre  a valor do autor.  Sem copyright  ou algo do tipo ACRTIT borra  suas próprias fronteiras, esta é um eco de todos os textos existentes em um fluxo coletivo de informações  através de tudo.

O artistas  criou  perfomances onde ele sintetiza estas relações de linguagem e codigos, utilizando objetos, atores, pinturas, livros e revistas.                                                                                                                                                        

When radar was new it was found necessary to eliminate the balloon system for city protection that had preceded radar. The balloons got in the way of the electric feedback of the new radar information. Such may well prove to be the case with our existing school curriculum, to say nothing of the generality of the arts. We can afford to use only those portions of them that enhance the perception of our technologies, and their psychic and social consequences. Art as a radar environment takes on the function of indispensable perceptual training rather than the role of a privileged diet for the elite. While the arts as radar feedback provide a dynamic and changing corporate image, their purpose may not be to enable us to change but rather to maintain an even course toward permanent goals, even amidst the most disrupting innovation. We have already discovered the futility of changing our goals as often as we change our technologies.